Uma Casa de Oração para Todas as Nações

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Quando Salomão se apresentou diante do altar do SENHOR na dedicação do templo em Jerusalém, proferiu uma das orações mais notáveis registadas nas Escrituras. As suas palavras em 1 Reis 8 olham para trás, para as promessas de Deus, tratam das necessidades espirituais imediatas de Israel e também apontam para um propósito muito maior.

O templo era certamente o centro da adoração nacional de Israel. Contudo, Salomão compreendia que o propósito de Deus nunca esteve limitado apenas a Israel. A sua oração incluía o estrangeiro — aquele que não era israelita — que ouviria falar do nome do SENHOR e viria a Jerusalém para O buscar.

Esse princípio desenvolve-se ao longo de toda a Escritura, até que os profetas descrevem um futuro em que Jerusalém se tornará um centro de adoração para pessoas de todas as nações.

O templo, portanto, devia ser muito mais do que um edifício magnífico. Devia ser uma casa de oração para todas as nações.

A Grande Oração de Salomão

A dedicação do templo foi um momento decisivo na história de Israel.

David desejara construir uma casa para o nome do SENHOR, mas essa obra fora confiada ao seu filho Salomão. Quando o templo ficou concluído, Salomão reuniu Israel em Jerusalém, ficou diante do altar, estendeu as mãos para o céu e orou.

A sua oração revela uma profunda compreensão tanto da fraqueza humana como da misericórdia divina.

Salomão sabia que Israel pecaria.

Ele não orou como se a presença do templo garantisse, por si só, a fidelidade da nação. Em vez disso, antecipou circunstâncias em que a desobediência de Israel traria o juízo divino.

Falou de derrota diante dos inimigos, seca, fome, peste, perda das colheitas, doença e, finalmente, cativeiro.

Contudo, repetidamente existe um caminho de volta.

O povo deve reconhecer o seu pecado, voltar-se novamente para Deus e orar.

“Então ouve tu nos céus, e perdoa o pecado dos teus servos e do teu povo Israel...”

— 1 Reis 8:36

O padrão é claro:

pecado — juízo — reconhecimento — arrependimento — oração — perdão — restauração.

Este padrão repetir-se-ia muitas vezes ao longo da história de Israel.

Quando Israel Foi Derrotado

Salomão orou:

“Quando o teu povo Israel for ferido diante do inimigo, por ter pecado contra ti, e se converter a ti, e confessar o teu nome, e orar, e te suplicar nesta casa; então ouve tu nos céus e perdoa o pecado do teu povo Israel...”

— 1 Reis 8:33-34

A força militar de Israel nunca se destinou a ser a fonte última da sua segurança.

A sua segurança dependia da sua relação com Deus.

Quando o povo confiava em Deus e Lhe obedecia, Ele podia livrá-lo de inimigos muito mais fortes. Quando O abandonava, até circunstâncias aparentemente favoráveis podiam terminar em derrota.

Um exemplo dramático ocorreu durante o reinado de Josafá.

Uma grande multidão veio contra Judá. Humanamente falando, a situação parecia desesperada. Josafá reuniu o povo e buscou o SENHOR.

A sua oração recordou deliberadamente os princípios associados a Salomão e ao templo:

“Se algum mal vier sobre nós, espada, juízo, peste ou fome, e nós nos apresentarmos diante desta casa e na tua presença... e clamarmos a ti na nossa angústia, então tu ouvirás e ajudarás.”

— 2 Crónicas 20:9

Josafá admitiu abertamente a fraqueza de Judá:

“Porque em nós não há força perante esta grande multidão que vem contra nós, e não sabemos o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti.”

— 2 Crónicas 20:12

Esta é uma das grandes declarações de fé das Escrituras.

Eles não tinham força militar para resolver o problema, mas sabiam para onde olhar.

Deus livrou Judá.

Os cantores foram à frente do exército louvando o SENHOR, e Deus fez com que os seus inimigos se destruíssem uns aos outros.

A oração de Salomão não era apenas linguagem cerimonial usada na abertura de um edifício. Os seus princípios tornaram-se parte da relação viva de Israel com Deus.

Quando os Céus se Fecharam

Salomão também antecipou a seca:

“Quando o céu se fechar e não houver chuva, por terem pecado contra ti; se orarem voltados para este lugar, confessarem o teu nome e se converterem do seu pecado... então ouve tu nos céus...”

— 1 Reis 8:35-36

A chuva era essencial à vida na terra.

A dependência de Israel das chuvas sazonais lembrava constantemente à nação que a prosperidade vinha, em última instância, de Deus.

O mesmo princípio aparece mais tarde em Malaquias.

O povo tornara-se espiritualmente descuidado. Entre outras coisas, tinha falhado nas suas responsabilidades relativas aos dízimos e às ofertas. Deus desafiou-o a regressar fielmente a Ele:

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro... e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu...”

— Malaquias 3:10

A bênção material nunca poderia substituir a fidelidade espiritual. Antes, a provisão de Deus destinava-se a ensinar Israel a depender Dele.

A chuva, a colheita e a prosperidade não eram meramente questões económicas. Estavam ligadas à relação de aliança da nação com Deus.

Esta lição torna-se importante quando nos voltamos para os profetas e descobrimos que princípios semelhantes funcionarão entre as nações no futuro Reino de Deus.

Fome, Peste e Aflição Nacional

Salomão continuou:

“Quando houver na terra fome, quando houver peste, queimadura, ferrugem, gafanhotos... quando o inimigo os cercar... qualquer praga, qualquer doença que houver...”

— 1 Reis 8:37

A lista é impressionante.

Salomão reconhecia que uma calamidade nacional podia assumir muitas formas. Contudo, qualquer que fosse a aflição, a questão essencial permanecia a mesma: o povo compreenderia a lição espiritual e voltaria para Deus?

Ele orou para que, quando alguém reconhecesse “a praga do seu próprio coração” e estendesse as mãos para o templo, Deus ouvisse.

Esta expressão leva-nos para além das circunstâncias nacionais.

O problema mais profundo não era a fome.

Não era o exército invasor.

Nem sequer era a doença.

O problema mais profundo era o coração humano.

Os juízos externos destinavam-se a despertar as pessoas para um problema muito mais sério: o afastamento de Deus.

Este continua a ser um princípio bíblico importante.

O verdadeiro arrependimento não é simplesmente pedir a Deus que remova consequências desagradáveis. Significa reconhecer o que está errado dentro de nós e voltar para Ele.

Oração a Partir do Cativeiro

A oração de Salomão chega finalmente à maior calamidade nacional de Israel: o cativeiro.

Ele sabia que a rebelião persistente podia levar à remoção do povo da sua terra:

“Quando pecarem contra ti, pois não há homem que não peque, e tu te indignares contra eles e os entregares ao inimigo...”

— 1 Reis 8:46

Contudo, nem mesmo o cativeiro os colocaria fora do alcance da misericórdia de Deus.

Se reconsiderassem os seus caminhos, se arrependessem, confessassem o seu pecado e orassem em direção a Jerusalém, Salomão pedia a Deus que os ouvisse.

Séculos depois, Daniel fez exatamente isso.

Daniel vivia na Babilónia, longe de Jerusalém. Apesar disso:

“Três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus...”

— Daniel 6:10

Significativamente, as suas janelas estavam abertas na direção de Jerusalém.

Daniel compreendia a oração de Salomão.

Mais tarde, em Daniel 9, tendo compreendido pela profecia de Jeremias que os setenta anos ligados à desolação de Jerusalém se aproximavam do seu cumprimento, Daniel fez uma das grandes orações de confissão da Bíblia.

Ele não se separou do seu povo para falar apenas das falhas *deles*.

Disse:

“Pecámos, e cometemos iniquidade, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes...”

— Daniel 9:5

Daniel apelou não à justiça de Israel, mas à misericórdia de Deus.

E Deus restaurou o Seu povo.

A Babilónia caiu. Ciro da Pérsia publicou um decreto permitindo que os judeus regressassem, e Jerusalém e o templo foram reconstruídos.

Mais uma vez, os princípios da oração de Salomão foram demonstrados na história.

Mas Salomão Orou por Mais do que Israel

Seria fácil ler 1 Reis 8 inteiramente como uma oração acerca de Israel.

Mas Salomão alarga de repente o horizonte:

“Também ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel, porém vier de terras remotas por amor do teu nome...”

— 1 Reis 8:41

Aqui está um estrangeiro.

Ele não é um dos descendentes naturais de Israel.

Contudo, ouviu falar do Deus de Israel.

Salomão continua:

“Quando vier e orar voltado para esta casa, ouve tu nos céus, lugar da tua habitação, e faze conforme tudo quanto o estrangeiro te pedir...”

— 1 Reis 8:42-43

Porquê?

Salomão dá a razão:

“Para que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel.”

Esta frase revela um propósito divino muito maior.

Israel fora chamado para um propósito, mas o propósito de Deus era, em última análise, mundial.

O templo em Jerusalém apontava para um tempo em que o conhecimento e a adoração de Deus se estenderiam para além de uma só nação.

A Casa de Oração de Isaías

O profeta Isaías desenvolve o mesmo princípio.

Ele fala dos estrangeiros que se unem ao SENHOR:

“E aos filhos dos estrangeiros que se chegarem ao SENHOR, para o servirem e para amarem o nome do SENHOR... também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha casa de oração...”

— Isaías 56:6-7

Depois vem a famosa declaração:

“Porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.”

— Isaías 56:7

Isto não é apenas uma declaração de tolerância para com os estrangeiros.

Descreve o propósito de Deus de reunir pessoas das nações para O adorarem.

O Deus de Israel não é uma divindade tribal.

Ele é o Criador do céu e da terra, e o Seu propósito diz respeito a toda a humanidade.

A chamada de Israel destinava-se finalmente a trazer bênção às nações.

Isto leva-nos ainda mais atrás, à promessa de Deus a Abraão:

“E em tua semente serão benditas todas as nações da terra.”

— Génesis 22:18

A adoração mundial apresentada por Isaías faz parte do cumprimento dessa promessa.

As Nações Sobem a Jerusalém

Zacarias descreve esse propósito mundial com detalhes notáveis.

Em Zacarias 8 lemos sobre um tempo futuro em que as pessoas se encorajarão ativamente umas às outras a buscar o SENHOR:

“E os habitantes de uma cidade irão à outra, dizendo: Vamos depressa suplicar o favor do SENHOR e buscar o SENHOR dos Exércitos...”

— Zacarias 8:21

O profeta continua:

“Assim virão muitos povos e poderosas nações buscar em Jerusalém o SENHOR dos Exércitos e suplicar o favor do SENHOR.”

— Zacarias 8:22

A direção da sociedade humana terá mudado dramaticamente.

Hoje as nações competem por território, recursos, influência e riqueza.

Zacarias descreve nações procurando algo muito maior: o conhecimento de Deus.

As pessoas encorajar-se-ão umas às outras:

“Vamos... buscar o SENHOR.”

Jerusalém tornar-se-á o centro espiritual do mundo.

“Iremos Convosco”

Zacarias acrescenta outra imagem extraordinária:

“Naqueles dias sucederá que dez homens, de todas as línguas das nações... dirão: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco.”

— Zacarias 8:23

A história de Israel contém longos períodos de sofrimento, dispersão e hostilidade por parte das nações.

Contudo, a profecia descreve uma inversão.

As nações reconhecerão que o propósito de Deus está centrado no povo e nas promessas ligados a Israel.

Em vez de hostilidade haverá desejo de aprender.

“Iremos convosco.”

Porquê?

“Porque temos ouvido que Deus está convosco.”

O Rei em Jerusalém

Zacarias 14 leva o quadro mais longe.

O capítulo descreve a intervenção do SENHOR nos assuntos do mundo e depois declara:

“E o SENHOR será rei sobre toda a terra; naquele dia um será o SENHOR, e um será o seu nome.”

— Zacarias 14:9

O Reino de Deus será um verdadeiro reino mundial.

Jesus Cristo reinará como o Rei designado por Deus.

As nações que sobreviverem aos juízos associados ao estabelecimento desse Reino serão obrigadas a subir a Jerusalém:

“E acontecerá que todos os que restarem de todas as nações... subirão de ano em ano para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, e para celebrar a festa dos tabernáculos.”

— Zacarias 14:16

Aqui, o princípio que funcionou ao longo da história de Israel torna-se mundial.

As nações aprenderão a obedecer a Deus.

E Zacarias volta especificamente ao assunto da chuva.

Se uma nação recusar subir a Jerusalém:

“Sobre ela não virá chuva.”

— Zacarias 14:17

A ligação com a oração de Salomão é impressionante.

Israel tinha aprendido através da seca que a bênção vem de Deus e que a rebelião tem consequências.

Na era do Reino, as nações aprenderão a mesma lição.

As Nações Iriam Voluntariamente?

Isto levanta uma questão desconfortável, mas importante.

Se hoje as pessoas fossem simplesmente convidadas a abandonar as suas prioridades atuais e a viajar para Jerusalém para adorar o verdadeiro Deus, será que as nações o fariam de boa vontade?

A história humana dá poucas razões para pensar assim.

Pessoas e nações são frequentemente movidas pela riqueza, conforto, ambição nacional, poder político e interesse próprio.

As Escrituras não apresentam o Reino de Deus como algo estabelecido simplesmente porque a humanidade decide gradualmente tornar-se melhor.

Deus intervém.

O reinado de Cristo estabelece a autoridade divina na terra.

O Salmo 2 descreve as nações resistindo ao Ungido de Deus, mas essa resistência não anula o propósito de Deus:

“Eu, porém, ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião.”

— Salmo 2:6

O reinado de Cristo educará as nações na justiça.

Isaías descreve o resultado:

“Porque, havendo os teus juízos na terra, os moradores do mundo aprendem justiça.”

— Isaías 26:9

Portanto, o juízo não é o objetivo final de Deus.

O objetivo é aprender.

É transformação.

É um mundo em que os caminhos de Deus são compreendidos e seguidos.

Do Juízo à Bênção

Isto ajuda-nos a compreender o padrão repetido na oração de Salomão.

O juízo nunca foi apresentado apenas como castigo por si mesmo.

A derrota destinava-se a fazer Israel voltar.

A seca destinava-se a fazer Israel voltar.

A fome destinava-se a fazer Israel voltar.

O cativeiro destinava-se a fazer Israel voltar.

O resultado desejado por Deus era arrependimento, perdão e restauração.

O mesmo princípio aparece no quadro profético do futuro.

Os juízos que acompanham o estabelecimento do Reino de Deus têm um propósito: as nações são levadas a reconhecer a autoridade divina e a aprender os caminhos de Deus.

Isaías descreve o maravilhoso resultado:

“E irão muitos povos e dirão: Vinde, subamos ao monte do SENHOR... e ele nos ensinará os seus caminhos, e andaremos nas suas veredas...”

— Isaías 2:3

As nações já não serão apenas impedidas de praticar o mal.

Ser-lhes-á ensinada a justiça.

Uma Casa de Oração Mundial

Salomão ficou diante de um templo recém-concluído há cerca de três mil anos e orou por Israel.

Mas dentro daquela oração havia algo muito maior.

Ele orou pelo estrangeiro.

Orou para que pessoas de terras distantes ouvissem falar do grande nome de Deus.

Orou para que Deus as ouvisse.

E explicou porquê:

“Para que todos os povos da terra conheçam o teu nome.”

Isaías viu uma casa de oração para todos os povos.

Zacarias viu nações poderosas vindo a Jerusalém para orar.

Viu pessoas de diferentes línguas dizendo: “Iremos convosco.”

Viu todas as nações subindo para adorar o Rei.

Estas não são profecias desligadas umas das outras.

São partes de um único propósito divino.

Jerusalém, tantas vezes associada ao conflito, tornar-se-á um centro de paz, instrução e adoração.

As nações que atualmente sabem tão pouco do verdadeiro Deus aprenderão os Seus caminhos.

O governo humano dará lugar ao justo reinado de Cristo.

A promessa feita a Abraão alcançará o seu cumprimento mundial.

E o princípio declarado na dedicação do templo de Salomão será finalmente visto em toda a sua plenitude:

A casa de Deus tornar-se-á verdadeiramente uma casa de oração para todas as nações.

O Que Significa Isto para Nós?

Estas profecias dizem respeito ao futuro, mas a sua mensagem não é apenas sobre o futuro.

A oração de Salomão chama continuamente as pessoas a reconhecer a sua dependência de Deus.

Daniel não esperou que as circunstâncias nacionais se tornassem confortáveis antes de orar.

Josafá não fingiu possuir a resposta para a crise de Judá.

O estrangeiro fiel não permitiu que a nacionalidade o impedisse de buscar o Deus de Israel.

Cada um reconheceu a mesma verdade fundamental: a força humana é insuficiente, mas Deus ouve aqueles que O buscam sinceramente.

Por isso, precisamos de fazer a nós mesmos as mesmas perguntas.

Onde colocamos a nossa confiança?

Reconhecemos “a praga do nosso próprio coração”?

Quando pecamos, justificamo-nos, ou voltamos novamente para Deus?

Desejamos verdadeiramente um mundo governado pelos padrões de Deus em vez dos padrões humanos?

E estamos a preparar-nos agora para esse Reino vindouro?

O futuro descrito pelos profetas é extraordinário.

Um mundo atualmente dividido por nacionalidade, língua, política, riqueza e conflito será colocado sob um único Rei justo.

Pessoas de muitas nações buscarão o Deus de Israel.

Jerusalém tornar-se-á um centro de onde o ensino divino sairá para toda a terra.

Como declara Isaías:

“Porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do SENHOR.”

— Isaías 2:3

A oração de Salomão, portanto, alcança muito além da dedicação de um antigo edifício.

Ela revela um princípio que percorre todo o propósito de Deus: o pecado deve ser reconhecido, o arrependimento deve ser genuíno, o perdão vem de Deus, e o Seu propósito final é encher a terra de pessoas que O conhecem e O adoram.

Vem o dia em que o convite se estenderá por todo o mundo:

“Vinde, subamos ao monte do SENHOR.”

E Jerusalém finalmente cumprirá a grande visão profética:

uma casa de oração para todas as nações.

Bedford Ecclesia

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